"Sempre que se começa a ter amor a alguém, no ramerrão,
o amor pega e cresce é porque, de certo jeito, a gente quer que isso seja,
e vai, na ideia querendo e ajudando; mas quando é destino dado,
maior que o miúdo, a gente ama inteiriço fatal, carecendo de querer,
e é um só facear com as surpresas.
Amor desse, cresce primeiro, brota é depois" (Guimarães Rosa)